Esses
últimos dias passei alguns minutos pensando em que sentido nós temos levado
nossa vida, tantas guerras interiores, tanta dor que criamos pelos isolamentos
da felicidade, tanta falta de cumplicidade com nossos sonhos e com tanta falta
de credibilidade em nossas próprias ações. Hoje o ser humano tem se auto
condenado por tantas situações fúteis, estamos sendo fieis ao que terceiros
dizem a nosso respeito.
A
utilidade das pessoas passou a ser o
maior bem, lembro bem que antes você tinha amigos que eram irmãos, já
hoje em dia segue aquela velha e boa politica do oferecimento, não só no âmbito
glocal, mas no meio religioso, trabalho e até mesmo familiar. O que muito me espanta
é como essa evolução tem sido absoluto.
Nós
só seremos felizes quando não abortamos a missa que temos impregnada em nossa
alma que é fazer o bem sem olhar a quem, sim todos somos predestinados a cumprir
essa missão, mas os acidentes de percurso e algumas decisões antecipadas demais
nos tiram no caminho. Precisamos viver e não sobreviver , viver a vida com o gozo de
felicidade e não como obrigação, isso sim mudara o rumo.
2017 Todos os direitos reservados.
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Bruno Pereira Raimundo

